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quarta-feira, 15 de maio de 2013

AS HABILIDADES PARA O SÉCULO 21 SÃO OUTRAS!




Cada vez mais é exigido do profissional no mercado de trabalho uma série de competências que, embora já estivessem inseridas nas suas atividades, não eram tão valorizadas como hoje, cobrava-se mais a qualidade sobre as competências funcionais do que as relações, principalmente quando olhamos para as funções de cunho mais técnico onde não exigia-se grandes habilidades interpessoais.

Atualmente estas questões estão em plena transformação, outras competências estão sendo consideradas quando pensamos no profissional de hoje, em alguns casos até mais do que o conhecimento técnico, que supostamente pode ser adquirido ao longo do tempo.

A COGNIÇÃO onde se valoriza o pensamento crítico, o poder de tomada de decisão, a analise, a inovação... tornam-se competências  determinantes nos requisitos de algumas  funções que até algum tempo atrás eram consideradas mais técnicas.

A relação INTERPESSOAL ganha um destaque importante pois não tem mais espaço somente para talentos isolados, buscando cada vez mais o trabalho em equipe, comunicação assertiva, valorização da diversidade...

E a INTRAPESSOAL que visa a orientação para a carreira, fatores motivacionais internos, determinação, cidadania, perseverança etc...

E como fica o nosso Modelo Educacional? Será que as nossas escolas e educadores estão preparando o individuo para este novo contexto de trabalho? Comente!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA!



Está na hora de rediscutirmos o modelo educacional de forma geral, em um mundo conectado com vários formatos de integração e interação, a educação como conhecemos até então deve mudar... precisamos de uma educação muito mais dinâmica.

Os alunos de hoje precisam de autonomia para pensar, o consultor Marc Prensky  coloca que as fontes do conhecimento não são mais os professores, mas a internet... "O Aluno virou o especialista" , a geração digital domina tão bem as tecnologias que aprende sozinha com elas...para ele, ensinar as novas gerações é um desafio imenso, principalmente para os professores, que precisam abandonar as velhas aulas expositivas e deixar que os alunos aprendam sozinhos.

Algumas escolas acreditam que apenas comprar um aparato tecnológico e equipar a sala de aula com as mais novas tendências tecnológicas resolve tudo... Cuidado, apenas inserir novas tecnologias em sala de aula não melhora o aprendizado automaticamente, a tecnologia dá apoio a pedagogia, e não vice-versa, infelizmente, a tecnologia não serve de apoio a velha aula expositiva, a não ser como no formato basico de passar fotos e filmes.

Para que a tecnologia tenha efeito positivo no aprendizado os professores precisam mudar o jeito de dar aulas... no seu livro, Prensky usa o termo "Pedagogia de Parceria" para definir este novo método no qual a responsabilidade pelo uso da tecnologia é do aluno e não do professor. Realmente esta é uma forma bastante diferente de enxergar a tecnologia aplicada a educação, ou seja, mudam-se os papéis de professor e aluno, onde o papel do aluno passa a ser de pesquisador, o professor passa a ter o papel de guia orientador, ele estabelece metas para os alunos e os questionam, garantindo a rigor e a produção da classe.

As tecnologias aplicadas dentro e fora da sala de aula parecem bem promissoras, as escolas vão continuar exercendo o seu papel, mas no modelo como conhecemos hoje não será mais tão eficiente. Quando isso vai acontecer? Ninguém sabe!