segunda-feira, 12 de maio de 2014

Geração Móvel




As gerações mais novas sentem uma grande atração pelas tecnologias móveis, raramente você vê hoje em dia um jovem com um dispositivo móvel na mão sem consultar ou utilizar por mais de alguns minutos... com grande destreza, os tablets e smartphones são utilizados diariamente para comunicar, criar redes sociais ou jogar online. A elevada taxa de expansão destes dispositivos nos obriga a uma reflexão à volta da sua potencial exploração no contexto educacional.

Até pouco tempo atrás não era possível imaginar a tecnologia móvel como uma ferramenta para auxiliar o estudo, fosse ele no mundo acadêmico ou corporativo. Hoje em dia além de ser possível cada vez mais escolas e organizações buscam alternativas que possam complementar suas ações educacionais.

Mas será que os métodos educacionais estão sendo adaptados para a inserção das tecnologias que surgem a cada dia?

Não basta trazer o computador, tablets e celulares para sala de aula, precisa criar mecanismos e didáticas que possibite a efetiva exploração dos dispositivos tecnológicos a favor da educação, facilitando o processo de aprendizagem.

Antes mesmo de pensar na infraestrutura tecnológica que pretende criar em sua escola / organização, é preciso que seja revisitado também a sua metodologia didática, os objetivos educacionais desejados e o processo cultural que o público está inserido.

Nenhuma tecnologia será efetiva no processo educacional se ela não tiver um objetivo claro, uma utilização efetiva e atualização/acompanhamento periódicos.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tutoria em EAD

TUTOR
 
EAD não pode ser focado apenas na tecnologia, imaginando-se tratar de um sistema que funcione sem a intervenção humana. A presença humana faz toda diferença num EAD de qualidade. Seu papel é desempenhado pelo tutor, um profissional que deve ser hábil o bastante para coordenar as ações coletivas através de instrumentos como salas de chat e fóruns, evitando o isolamento do aprendiz e permitindo que o mesmo enriqueça seu aprendizado com experiências dos demais participantes da comunidade de aprendizagem.

A transição de um modelo tradicional e instrutivista para outro digital e construtivista é lento. Os principais desafios a educação on-line não são de ordem tecnológica, surgem questões importantes de operação e gestão. O administrador coloca-se frente a várias alternativas na implementação de uma estrutura virtual de aprendizagem.


Ensinar deixa de ser considerado uma forma de transmissão de conhecimento, abrindo a possibilidade para que o educando possa construir sua própria trajetória (Freire, 2003). Nessa nova configuração, o professor deve deixar o papel de transmissor de informações e passar a um papel de motivador da autonomia em cada um de seus aprendizes. O aluno, por sua vez, passa a ocupar papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, deixando, dessa maneira, sua postura de passividade.

Gosto muito de comparar a figura de um tutor educacional com a de um maestro, onde deve reger todos os componentes de uma orquestra para que ela possa cumprir o seu objetivo com qualidade.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

AS HABILIDADES PARA O SÉCULO 21 SÃO OUTRAS!




Cada vez mais é exigido do profissional no mercado de trabalho uma série de competências que, embora já estivessem inseridas nas suas atividades, não eram tão valorizadas como hoje, cobrava-se mais a qualidade sobre as competências funcionais do que as relações, principalmente quando olhamos para as funções de cunho mais técnico onde não exigia-se grandes habilidades interpessoais.

Atualmente estas questões estão em plena transformação, outras competências estão sendo consideradas quando pensamos no profissional de hoje, em alguns casos até mais do que o conhecimento técnico, que supostamente pode ser adquirido ao longo do tempo.

A COGNIÇÃO onde se valoriza o pensamento crítico, o poder de tomada de decisão, a analise, a inovação... tornam-se competências  determinantes nos requisitos de algumas  funções que até algum tempo atrás eram consideradas mais técnicas.

A relação INTERPESSOAL ganha um destaque importante pois não tem mais espaço somente para talentos isolados, buscando cada vez mais o trabalho em equipe, comunicação assertiva, valorização da diversidade...

E a INTRAPESSOAL que visa a orientação para a carreira, fatores motivacionais internos, determinação, cidadania, perseverança etc...

E como fica o nosso Modelo Educacional? Será que as nossas escolas e educadores estão preparando o individuo para este novo contexto de trabalho? Comente!